segunda-feira, novembro 26, 2007

Palavras Trocadas

Um vento que vem descontrolado me levando a lugares onde só o meu imaginar pode chegar.
Grandes amores vem pra nos dar e tirar alguns sentidos.
Revolução para sanar e criar novos tiranos e rebeldes.
É quase como uma música, só que não para ouvir. Pra te desviar!
Acertei uma flecha, fecha a cena com sangue.
Caminhando descalço entre pedras e cascalhos, meu calo já é pé.
Grandes pessoas se tornam pequenos fosséis, história passada.
Tornando o dia a dia em noite e dia, sol e chuva. Clássico da literatura.
Mas o que seria bom se não houvesse mau??? Vamos tentar desvendar esses segredos. Só bom censo.
Gira a minha cabeça a saia dessa menina, me fez esquecer o que foi mesmo que me deu?
Sentidos, quais você quer tirar de mim. Qual é o mais importante, sempre inconstante.
Temperamento regado a alguma bebida alcólica, fiquei tonto. Já nem sei quanto tempo faz.
E fica tudo assim meio perdido, subvertido. Essas são idéias pulantes que saem sem o menor esforço.
Penso que grande seria o meu erro se achasse isso tudo normal, o mundo faz me parecer maluco, mas não. Há tantas coisas que flutuam em meu pensar, sentidos que se perdem e outros se revelam. Para que daqui a um instante deixe de ser novamente.

Apenas algumas palavras se tornam coisas tortas e dificeis de entender.
Ai quando alguém perguntar onde estou, diga que estou em uma cliníca de reabilitação!