terça-feira, junho 19, 2007

Anda, água...

Fogo nas rodas de carro de boi, subindo a ladeira de porto geral....
Cangaço o meu deserto, frio seco e indiscreto...
Enquanto a seco passo a passo passa a vida...
Censo de cores, remanejo. Passo pra lá e depois me jogo pra espalhar!
Um simples sorriso amarelado de cigarro, escrevendo palavras com a fumaça...
Qualquer ato se revela, um ato qualquer, é indiferente ou indiferença...
Cada caso um acaso, um rio seco, mas ainda molhado...
Cegueira da mente, mente pobre e doente... Sem ceder aos que pedem e suplicam...

Água doce ou salgada, seca, e um dia veremos isso... Pessoas se perderam no próprio destino previsto.